/

/

Biz & Pin People: os aprendizados sobre hiperpersonalização

Evento

Evento

12 minutos de leitura

12 m leitura

Biz & Pin People: os aprendizados sobre hiperpersonalização

Biz & Pin People: os aprendizados sobre hiperpersonalização

Biz & Pin People: os aprendizados sobre hiperpersonalização

Painel de profissionais de RH conversando sobre hiperpersonalização em evento corporativo.

Veja os principais dados e aprendizados do evento Biz e Pin People sobre hiperpersonalização da experiência do colaborador, com painel de RH e cases reais.

No dia 8 de setembro, Biz e Pin People se uniram em um encontro sobre hiperpersonalização da experiência do colaborador, em São Paulo, para mostrar como sair da teoria e colocar esse conceito em prática dentro do RH. O evento reuniu dados inéditos das duas empresas e um painel com profissionais que já lidam com esse desafio no dia a dia. Este é o resumo do que ficou registrado por lá.

Os dados do Panorama de Experiência do Colaborador 2026

A Pin People abriu o encontro apresentando o Panorama de Experiência da Pessoa Colaboradora 2026, maior estudo de employee experience do Brasil, construído a partir de mais de 1 milhão de pesquisas respondidas, 139 empresas participantes e mais de 560 mil pessoas colaboradoras ouvidas.

Um dos pontos centrais do estudo é que a experiência muda muito conforme o cargo: quanto menor o nível hierárquico, pior a experiência com a empresa e com a liderança. A diferença entre a Operação e a Liderança Estratégica chega a 28 pontos de eNPS e 24 pontos de LNPS. Dentro da própria liderança tática, também há gradação — profissionais de Supervisão relatam uma experiência pior do que os de Coordenação, com engajamento com o cargo quase 11 pontos menor.

O recorte por gênero mostrou outro ponto de atenção: mulheres relatam menos segurança para denunciar problemas (69,1% contra 77,5% dos homens) e menos confiança na imparcialidade da empresa (61% contra 69%). Já o recorte geracional reforça a urgência do tema — a Geração Z já representa 34% das organizações pesquisadas, e 1 em cada 3 empresas já é majoritariamente Geração Z, uma geração que aponta o tratamento igualitário como seu maior ponto de atenção, diferente da Geração Y (equilíbrio de vida) e da Geração X (informações claras sobre mudanças).

A conclusão apresentada pela Pin People foi direta: a mesma "etiqueta" de cargo ou área pode reunir pessoas com experiências muito diferentes, e a saída passa por descentralizar a gestão da experiência entre RH, liderança e indivíduo, apoiada por dados.

O panorama Biz do uso de benefícios: o RH já escolheu a hiperpersonalização

Na sequência, a Biz apresentou dados reais de uso dos cartões do seu próprio ecossistema, comparando o primeiro semestre de 2025 com o de 2026. O resultado: a carteira hiperpersonalizada — aquela em que cada empresa nomeia suas próprias categorias de benefício — cresceu 148% no volume movimentado, saindo de pouco mais de R$ 23 milhões para cerca de R$ 40 milhões no período.

Esse crescimento não veio sozinho: enquanto o Saldo Livre (a opção mais genérica) ficou praticamente estagnado, com queda de 2,2%, todas as demais categorias também cresceram junto com a tendência de hiperpersonalização no RH — Transporte (+173%), Refeição (+138%) e Alimentação (+114%). Um exemplo prático apresentado foi a evolução do vale-transporte tradicional, restrito a ônibus e metrô, para uma carteira de mobilidade que também cobre bike elétrica, patinete, aplicativos de transporte e estacionamento — a mesma necessidade de ir e vir, mas atendida de acordo com o jeito real de cada colaborador se deslocar.

A leitura da Biz para esses números é que o cartão de benefícios comunica cultura a cada uso, sendo o único instrumento dado pela empresa que o colaborador carrega consigo todos os dias, inclusive fora do horário e do ambiente de trabalho. Isso reforça o papel dos benefícios corporativos hiperpersonalizados na construção de pertencimento e marca empregadora, desde que o colaborador reconheça claramente que aquele benefício vem da empresa que o contratou, e não apenas do fornecedor que processa o cartão.

Painel: como aplicar a hiperpersonalização da experiência do colaborador, na visão de quem já faz isso

O terceiro bloco reuniu Heloisa Bargas (Pessoas e Cultura, Biz), Bruna Zuffo (Head of Talent Management & ESG, Petlove) e Thiago Lekan (cofundador da UpFlow People Centric) para discutir como colocar a hiperpersonalização da experiência do colaborador em prática no dia a dia do RH.


Painel do evento com quatro participantes no palco e, ao fundo, o slide de convidados com Heloisa Bargas, Bruna Zuffo e Thiago Lekan

Cultura começa antes do primeiro dia de trabalho. Heloisa Bargas destacou que a cultura da empresa já aparece no processo seletivo, despertando a curiosidade do candidato antes mesmo da contratação. Na Biz, essa percepção é reforçada logo na chegada, com um kit de onboarding que inclui bolsa, garrafa e o próprio cartão de benefícios — pequenos detalhes que já constroem a sensação de pertencimento desde o primeiro contato, um dos pilares de qualquer estratégia de marca empregadora para o RH.

Benefícios institucionais e individuais precisam conviver. Bruna Zuffo apresentou como a Petlove lida com uma base de colaboradores em que 45% já pertence à Geração Z. A empresa combina benefícios institucionais, para todos, com benefícios mais individuais — como licença parental estendida também para adoção de pets, dado que 98% dos colaboradores têm animais de estimação. Há ainda apoio financeiro, jurídico e psicológico disponível para o time — parte do que já detalhamos ao explicar como estruturar bem-estar corporativo —, programas de mentoria organizados por tema (como IA e diversidade) e por área de negócio (e-commerce, saúde e loja), e todos os colaboradores participam como sócios do programa de benefícios da empresa. Segundo Bruna, personalizar vai além da pesquisa: envolve o modelo de avaliação, os testes usados e, principalmente, dar ao líder uma visão diferenciada de cada pessoa do time, provocando-o a agir sobre isso.

Não existe gestão de experiência sem dados. Thiago Lekan foi direto: quando se olha para grupos diferentes dentro da mesma jornada, aparecem particularidades que só os dados revelam. Ele compartilhou dois cases para ilustrar o ponto. No primeiro, uma empresa identificou baixo nível de escolaridade no time de operação e criou um programa de alfabetização — que não engajou, porque a real preocupação daqueles colaboradores era o salário e a capacidade de sustentar a própria casa. No segundo, uma empresa notou dificuldade das mães na readaptação após a licença-maternidade e criou um programa de apoio a esse momento específico, o que gerou mais engajamento e produtividade — inclusive entre colaboradores fora desse grupo, reforçando o que já mostramos sobre a ciência por trás da alegria no trabalho. Para Thiago, olhar a jornada por persona revela oportunidades reais, e o cuidado precisa alcançar também a liderança, já que o líder é o principal ponto de contato do colaborador com a experiência dentro da empresa.

O desafio de preparar lideranças técnicas. Heloisa também comentou o outro lado dessa equação: muitos líderes são profissionais técnicos, e têm dificuldade de traduzir com clareza o que uma vaga representa logo no processo entre líder e candidato. Um perfil mais júnior costuma buscar desenvolvimento e plano de carreira, enquanto um perfil sênior busca autonomia — e cabe ao líder trazer essa leitura para o lado técnico da conversa, perguntando também sobre o alinhamento do candidato com a cultura da empresa.

Por onde começar a hiperpersonalizar. Para quem quer dar os primeiros passos, a recomendação de Thiago foi colocar o "chapéu de curioso": fazer mais perguntas do que confirmações, deixar os processos de lado por um momento e imaginar a experiência real de quem vive a jornada — o primeiro contato, a impressão que fica, a inscrição na vaga, a mensagem por e-mail. Esse exercício ajuda o RH a enxergar os processos macro, escolher uma etapa crítica da jornada e começar a hiperpersonalização por ali.

O que fica desse encontro para o RH

Os dados da Pin People e da Biz contam a mesma história por ângulos diferentes: a experiência do colaborador não é uma linha única, e tratar todo mundo com o mesmo pacote — de gestão ou de benefícios — deixa dinheiro e engajamento na mesa. O painel reforçou que a hiperpersonalização da experiência do colaborador não depende só de tecnologia ou de mais uma pesquisa: ela pede dados, liderança preparada e disposição para revisar processos que hoje já não fazem mais sentido para quem os vive — o mesmo tipo de reflexão que já aparece em employer branding: o que é e como construir e entre as principais lições do CONARH 2026.

A Biz segue aplicando essa lógica todos os dias, ajudando empresas a transformar o conceito de hiperpersonalização no RH em prática concreta:

  • ✅ Multibenefícios flexíveis em um único cartão, que se adaptam a diferentes perfis e momentos do colaborador

  • ✅ Cartões personalizados, que reforçam marca empregadora e sentimento de pertencimento

  • ✅ Soluções que apoiam bem-estar e experiência do colaborador, mesmo em times com rotinas muito diferentes

  • ✅ Gestão simples e centralizada, dando mais autonomia ao RH e uma experiência melhor para cada colaborador

Sua empresa já trata a experiência do colaborador de forma personalizada, ou ainda usa o mesmo pacote para todo mundo?

👉 Fale com um especialista da Biz e descubra como fortalecer sua estratégia de benefícios com hiperpersonalização de verdade.

Assine nossa newsletter
Assine nossa newsletter

Enviar

Seja um parceiro da Biz!
Seja um parceiro da Biz!

Ofereça as melhores condições para seus clientes

Ofereça as melhores condições para seus clientes

NOSSO TIME

Made by people

Sua empresa no futuro, agora.

Acesse nossas redes

Logo Instagram
Logo Linkedin
Logo Youtube

Institucional

Endereço

Av. Santo Amaro, 123
Vila Nova Conceição - 2° andar São Paulo - SP, 04505-000

ATENDIMENTO COMERCIAL

ATENDIMENTO EMPRESAS

Segunda a Sexta | 09h às 18h

ATENDIMENTO Ao PORTADOR

24h | 7 dias por semana

Telefones

(11) 4003-5705

0800 729 1705

0800 729 1706

OUVIDORIA

Segunda a Sexta | 09h às 18h

Telefone/Whatsapp

A Biz IP integra o Conglomerado Omni liderado por Omni S.A. Crédito, Financiamento e Investimento (Omni CFI)." Para conhecer o Conglomerado, acesse: https://www.omni.com.br/

Selo Great Place to Work

© 2025 | Biz - Todos os direitos reservados

Biz Instituição de Pagamento SA CNPJ: 12.481.100/0001-66

VOLTAR AO TOPO

Sua empresa no futuro, agora.

Logo Instagram
Logo Linkedin
Logo Youtube

Institucional

Endereço

Av. Santo Amaro, 123
Vila Nova Conceição - 2° andar São Paulo - SP, 04505-000

ATENDIMENTO COMERCIAL

ATENDIMENTO EMPRESAS

Segunda a Sexta | 09h às 18h

ATENDIMENTO Ao PORTADOR

24h | 7 dias por semana

Telefones

(11) 4003-5705

0800 729 1705

0800 729 1706

OUVIDORIA

Segunda a Sexta | 09h às 18h

Telefone/Whatsapp

A Biz IP integra o Conglomerado Omni liderado por Omni S.A. Crédito, Financiamento e Investimento (Omni CFI)." Para conhecer o Conglomerado, acesse: https://www.omni.com.br/

Selo Great Place to Work

© 2025 | Biz - Todos os direitos reservados

Biz Instituição de Pagamento SA CNPJ: 12.481.100/0001-66

VOLTAR AO TOPO

Sua empresa no futuro, agora.

Logo Instagram
Logo Linkedin
Logo Youtube

Institucional

Endereço

Av. Santo Amaro, 123 Vila Nova Conceição - 2° andar São Paulo - SP, 04505-000

ATENDIMENTO COMERCIAL

ATENDIMENTO EMPRESAS

Segunda a Sexta | 09h às 18h

ATENDIMENTO Ao PORTADOR

24h | 7 dias por semana

Telefones

(11) 4003-5705

0800 729 1705

0800 729 1706

OUVIDORIA

Segunda a Sexta | 09h às 18h

Telefone/Whatsapp

A Biz IP integra o Conglomerado Omni liderado por Omni S.A. Crédito, Financiamento e Investimento (Omni CFI)." Para conhecer o Conglomerado, acesse: https://www.omni.com.br/

Selo Great Place to Work

© 2025 | Biz - Todos os direitos reservados

Biz Instituição de Pagamento SA CNPJ: 12.481.100/0001-66