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Conteúdos sobre benefícios, gestão de pessoas e RH estratégico.

Três pessoas conversam ao ar livre, cercadas por plantas verdes e uma atmosfera relaxante.

Destaque

Biz Experience: os principais aprendizados sobre liderança, IA e cultura

O Biz Experience reuniu lideranças, especialistas e profissionais de RH para discutir um tema que vem ganhando cada vez mais espaço nas empresas: como transformar cultura, desenvolvimento e inclusão em resultados concretos para o negócio.

Em parceria com a ABRH-SP, o Biz Experience | Casos que Transformam trouxe cases premiados que mostraram, na prática, como grandes organizações estão enfrentando desafios de gestão de pessoas com estratégia, inovação e impacto social.

Mais do que apresentações, os cases deixaram aprendizados relevantes para empresas que querem construir culturas mais sustentáveis, humanas e preparadas para o futuro do trabalho.

A mediação do encontro ficou por conta de Patrícia Guedes, que conduziu as conversas conectando os aprendizados dos cases aos desafios reais enfrentados pelas lideranças de RH atualmente.

“O mais interessante quando reunimos diferentes cases é perceber como empresas de contextos completamente distintos estão enfrentando dores parecidas — e encontrando caminhos muito humanos, estratégicos e inovadores para resolver esses desafios”, destacou Guedes.

A importância de documentar os cases de RH

Na abertura do Biz Experience, Lia Aere reforçou a importância de o RH documentar suas iniciativas e registrar os impactos gerados pelas áreas de pessoas.

Segundo ela, muitos projetos transformadores acabam não ganhando visibilidade por falta de estruturação dos cases, mesmo gerando resultados relevantes dentro das organizações.

A executiva também destacou que a inteligência artificial pode apoiar os profissionais nesse processo, ajudando a organizar informações, consolidar aprendizados, estruturar apresentações e até apoiar a submissão de projetos em premiações e iniciativas do setor.

O tema reforça como a transformação da experiência do colaborador também depende da capacidade das empresas de registrar, analisar e evoluir suas práticas de gestão de pessoas.

Quando diversidade deixa de ser discurso e vira operação

O case “Mulheres de Fibra”, vencedor da categoria ESG no Biz Experience, mostrou como iniciativas de diversidade ganham força quando deixam de ser projetos isolados e passam a fazer parte da estratégia operacional da empresa.

Criado em 2018, o programa nasceu com o objetivo de inserir mulheres em áreas técnicas historicamente masculinas, como manutenção, instalação e reparos em campo.

Um dos pontos mais interessantes apresentados foi a consistência da construção do projeto ao longo dos anos. Em vez de apostar apenas em campanhas pontuais, o programa estruturou um trabalho contínuo de atração, capacitação e engajamento interno.

Entre as iniciativas apresentadas estavam feiras de recrutamento online, banco de talentos nacional, integração entre áreas e acompanhamento recorrente de indicadores.

Talvez o principal aprendizado desse case seja que inclusão sustentável exige processo, governança e continuidade.

Não basta contratar perfis diversos. É preciso revisar jornadas, comunicação, formação de lideranças e até símbolos culturais para que essas pessoas consigam permanecer e crescer dentro da organização.

Essa discussão também se conecta ao avanço da hiperpersonalização no RH, movimento que vem transformando a forma como empresas constroem experiências mais aderentes aos diferentes perfis de colaboradores.

IA no RH: o ganho não está só na tecnologia

O case “Lumi”, vencedor em Excelência Organizacional no Biz Experience, trouxe uma discussão muito atual sobre o uso de IA generativa em RH.

O projeto nasceu de uma dor operacional clara: o volume excessivo de tickets e dúvidas repetitivas direcionadas ao time de Total Rewards.

Durante a apresentação, foi mostrado que só em 2023 foram mais de mil chamados relacionados a dúvidas operacionais, consumindo centenas de horas da equipe.

O mais interessante da apresentação foi perceber que o diferencial não estava apenas na criação do assistente virtual, mas na forma como o problema foi estruturado.

Antes da tecnologia, houve escuta dos times, entendimento das dores reais e construção colaborativa do produto.

Outro insight importante veio dos aprendizados compartilhados durante o desenvolvimento: entender que implementar IA exige alinhamento entre RH, tecnologia e governança.

O case também reforçou uma provocação relevante para o RH atual: digitalizar processos não significa apenas ganhar eficiência operacional. Significa liberar tempo das equipes para atuação mais estratégica.

ESG só gera impacto quando cria oportunidade real

O programa apresentado pela Adecco no Biz Experience trouxe um olhar importante sobre empregabilidade jovem e inclusão produtiva.

Ao longo da apresentação, ficou evidente que o diferencial da iniciativa foi conectar ESG diretamente à geração de oportunidades concretas para grupos historicamente minorizados.

O projeto trabalhou com mentorias, preparação profissional, desenvolvimento de carreira e conexão com oportunidades reais de trabalho.

Outro ponto forte foi o entendimento de que transformação social exige atuação em ecossistema. O programa envolveu ONGs, parceiros, lideranças, instituições de ensino e empresas para ampliar alcance e sustentabilidade das ações.

Os resultados apresentados mostraram mais de 1.100 jovens impactados diretamente e 65% de empregabilidade na última edição do programa.

Talvez o maior aprendizado tenha sido este: inclusão efetiva não acontece apenas abrindo portas. Ela acontece quando empresas criam estruturas para que pessoas tenham condições reais de acessar, permanecer e evoluir profissionalmente.

Cultura não acompanha crescimento sozinha

O case da Bracell no Biz Experience trouxe uma reflexão muito relevante sobre desenvolvimento de liderança em empresas em expansão acelerada.

Uma das frases mais marcantes da apresentação resumiu bem o desafio:

“Quando uma empresa cresce rapidamente, o maior risco não é operacional. É cultural.”

A empresa percebeu que promover bons técnicos para posições de liderança não garantia, automaticamente, líderes preparados para sustentar cultura, segurança psicológica e performance.

A partir disso, nasceu o programa Lidera, estruturado para fortalecer repertório de gestão, amadurecimento de liderança e transferência do aprendizado para o dia a dia do negócio.

Entre os principais insights compartilhados, alguns chamaram bastante atenção:


  • satisfação não é sinônimo de aprendizagem;

  • treinamento sem aplicação prática vira apenas evento;

  • desenvolvimento precisa ser acompanhado no ambiente real de trabalho;

  • líderes diretos precisam atuar como patrocinadores da evolução dos times.

O case mostrou, de forma muito clara, que desenvolver liderança não é apenas oferecer treinamentos. É criar mecanismos consistentes para transformar comportamento, fortalecer cultura e sustentar crescimento organizacional.

A construção de ambientes mais humanos e sustentáveis também aparece em discussões sobre felicidade e bem-estar no trabalho, tema cada vez mais conectado à experiência profissional.

O que o Biz Experience mostrou sobre o futuro do RH

Apesar de abordarem temas diferentes, os cases apresentados no Biz Experience tinham algo em comum: todos mostraram que transformação em RH acontece quando iniciativas deixam de ser isoladas e passam a fazer parte da estratégia do negócio.

Também ficou evidente que os desafios atuais das empresas passam, inevitavelmente, por alguns pontos centrais:

  • liderança preparada para sustentar cultura;

  • uso inteligente da tecnologia;

  • inclusão com impacto real;

  • desenvolvimento conectado ao negócio;

  • construção de ambientes mais humanos e sustentáveis.

O Biz Experience reforçou que o RH vem assumindo um papel cada vez mais estratégico nas organizações — não apenas como área de suporte, mas como agente direto de transformação cultural, inovação e crescimento sustentável.

A discussão também se conecta ao fortalecimento da marca empregadora, já que cultura, desenvolvimento e experiência passaram a influenciar diretamente percepção e retenção de talentos.

O ponto onde estratégia de pessoas encontra experiência real

Os debates do Biz Experience mostraram que transformação em RH acontece quando cultura, desenvolvimento, tecnologia e experiência deixam de caminhar separados.

Em comum, os cases reforçaram uma percepção que vem ganhando espaço nas empresas: pessoas se conectam mais com organizações que conseguem transformar discurso em experiência concreta no dia a dia.

É nesse cenário que benefícios corporativos estratégicos também passam a ocupar um papel mais relevante dentro da jornada do colaborador, ajudando empresas a fortalecer cultura, engajamento e percepção de valor.

A relação entre benefícios, cultura e experiência também aparece no case da Lindt com a Biz, que mostrou como personalização e experiência conseguem fortalecer conexão entre empresa e colaboradores.

Na Biz, acreditamos que benefícios precisam acompanhar a evolução da gestão de pessoas e da experiência no trabalho.

✅Multibenefícios flexíveis em um único cartão
✅Cartões personalizados com a identidade da empresa
✅Soluções mais conectadas à realidade e às diferentes jornadas dos colaboradores
✅Gestão simples e centralizada para o RH
✅Mais autonomia para empresas construírem experiências alinhadas à própria cultura

Se o RH está assumindo um papel cada vez mais estratégico nas organizações, como a experiência oferecida aos colaboradores acompanha essa transformação?

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Cultura Organizacional

Fim da escala 6x1 reacende debate sobre jornada de trabalho

A proposta sobre o fim da escala 6x1 avançou no Congresso Nacional e voltou ao centro das discussões sobre relações de trabalho, produtividade e qualidade de vida.

O tema ganhou força após aprovação recente na Câmara e agora segue para as próximas etapas legislativas, ampliando o debate entre empresas, especialistas e áreas de Recursos Humanos.

Contexto: por que a discussão voltou ao centro do mercado

A discussão gira em torno de um modelo ainda bastante comum no Brasil, especialmente em setores como varejo, serviços, operação e atendimento, em que o colaborador trabalha seis dias consecutivos para descansar apenas um.

O avanço do debate sobre o fim da escala 6x1 também acontece em um momento em que empresas passaram a discutir saúde emocional, flexibilidade e experiência do colaborador de forma mais estratégica.

Em paralelo, o mercado observa uma transformação importante no comportamento dos profissionais. Temas como qualidade de vida, equilíbrio entre vida pessoal e trabalho e bem-estar deixaram de ser apenas benefícios desejáveis e passaram a influenciar decisões relacionadas à permanência nas empresas.

O que muda com o avanço da proposta

Embora o texto ainda dependa de novas etapas de tramitação, o avanço da discussão sobre o fim da escala 6x1 já mobiliza empresas que acompanham possíveis impactos relacionados à operação, organização de equipes e gestão de pessoas.

O tema ultrapassa a esfera jurídica e passa a tocar diretamente questões ligadas à experiência do colaborador. Jornadas consideradas mais rígidas começaram a ser associadas com aumento de desgaste emocional, dificuldade de retenção e menor percepção de qualidade de vida no trabalho.

Ao mesmo tempo, empresas observam mudanças no comportamento dos profissionais, que passaram a valorizar mais previsibilidade de rotina, equilíbrio entre vida pessoal e trabalho e formatos mais flexíveis de jornada.

As discussões também se conectam ao crescimento das preocupações relacionadas à saúde mental nas empresas e aos impactos do ambiente de trabalho sobre bem-estar e produtividade.

Em muitos casos, a revisão da jornada passou a fazer parte de debates maiores sobre cultura organizacional, sustentabilidade da rotina profissional e construção de ambientes mais saudáveis.

Por que a discussão ganhou força agora

O debate sobre carga horária não é novo, mas ganhou outra dimensão nos últimos anos por causa das transformações no mercado de trabalho e do crescimento das discussões sobre saúde mental e burnout.

Temas que antes apareciam apenas em conversas sobre benefícios passaram a influenciar diretamente decisões estratégicas relacionadas à retenção, engajamento e marca empregadora.

Em muitos setores, especialmente aqueles com operação presencial intensa, a jornada de trabalho se tornou um fator relevante na atração de profissionais. Empresas que oferecem mais flexibilidade ou modelos considerados mais sustentáveis começaram a ganhar vantagem competitiva em alguns mercados.

Esse movimento também acontece em paralelo às discussões sobre direitos ligados à saúde e bem-estar previstos na CLT e à ampliação das conversas sobre qualidade de vida no ambiente profissional.

Além disso, o avanço da tecnologia e dos modelos híbridos fez muitas empresas questionarem práticas tradicionais relacionadas à presença física e à produtividade baseada apenas em horas trabalhadas.

A discussão sobre o fim da escala 6x1 ganhou força justamente porque representa um dos símbolos mais visíveis da relação entre tempo de trabalho, desgaste e experiência profissional.

O impacto para RH e lideranças

Mesmo sem uma mudança definitiva na legislação, o avanço da proposta sobre o fim da escala 6x1 já pressiona áreas de RH e lideranças a revisarem modelos tradicionais de gestão da jornada.

Isso inclui desde discussões sobre produtividade até reflexões sobre cultura organizacional, escalas, bem-estar e sustentabilidade da rotina de trabalho no longo prazo.

Para empresas com operações contínuas, o tema também exige atenção operacional. Qualquer mudança relacionada à jornada impacta planejamento de equipes, custos, estrutura de atendimento e dinâmica interna das áreas.

Ao mesmo tempo, cresce a percepção de que produtividade não depende apenas de horas trabalhadas, mas da qualidade da experiência construída ao longo da jornada profissional.

Empresas também começaram a revisar estratégias ligadas à retenção de talentos e redução de turnover, especialmente em áreas mais impactadas por jornadas rígidas e alta pressão operacional.

Outro ponto importante é que lideranças passaram a enfrentar novos desafios relacionados à gestão emocional das equipes. Em ambientes de alta pressão, o desgaste tende a impactar não apenas produtividade, mas também clima organizacional, engajamento e percepção de pertencimento.

O que empresas começaram a discutir internamente

Mesmo antes de qualquer definição final sobre a proposta, muitas organizações já começaram a revisar práticas ligadas à jornada e qualidade de vida no trabalho.

Em algumas empresas, isso aparece em debates sobre escalas mais flexíveis. Em outras, a discussão passa por políticas de bem-estar, revisão de jornadas presenciais ou formas de reduzir desgaste operacional em equipes que atuam em rotina contínua.

Também cresce a preocupação com retenção em áreas que historicamente enfrentam alta rotatividade. Afinal, modelos de trabalho considerados excessivamente rígidos passaram a impactar diretamente atração e permanência de profissionais.

A discussão sobre o fim da escala 6x1 ajuda a acelerar um movimento que já vinha acontecendo dentro das empresas: o de repensar como produtividade, experiência e sustentabilidade da rotina profissional conseguem coexistir.

Esse cenário também se conecta ao crescimento de práticas ligadas ao desenvolvimento profissional e experiência do colaborador, como mostramos no conteúdo sobre PDI nas empresas e retenção de talentos.

Além disso, muitas organizações passaram a revisar processos internos relacionados aos direitos do trabalhador previstos na CLT e à construção de ambientes mais sustentáveis no longo prazo.

Empresas de diferentes setores também começaram a perceber que qualidade de vida e flexibilidade deixaram de ser apenas diferenciais competitivos e passaram a influenciar diretamente reputação, marca empregadora e capacidade de atrair profissionais qualificados.

O ponto onde jornada e experiência começam a caminhar juntas

A discussão sobre o fim da escala 6x1 reforça uma transformação que já vinha acontecendo no mercado: empresas passaram a olhar para qualidade da experiência de trabalho de forma mais estratégica.

Na Biz, acreditamos que benefícios corporativos, flexibilidade e bem-estar fazem parte da construção de rotinas mais sustentáveis para empresas e colaboradores.

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✅Benefícios mais alinhados a diferentes rotinas de trabalho
✅Cartões personalizados com a identidade da empresa
✅Gestão centralizada e mais autonomia para o RH
✅Experiências mais conectadas à realidade das equipes

Se a relação das pessoas com o trabalho está mudando, como sua empresa está evoluindo a experiência oferecida aos colaboradores?

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RH 2026

Nova NR-1 entra em vigor e amplia responsabilidade das empresas sobre saúde mental no trabalho

A nova NR-1 começou a valer nesta terça-feira (26) e amplia oficialmente as obrigações das empresas sobre saúde mental e riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

Na prática, a mudança amplia o escopo do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e exige que organizações passem a identificar, monitorar e prevenir fatores que possam afetar a saúde mental dos colaboradores.

Com a entrada em vigor da nova NR-1, empresas passam a revisar políticas internas, cultura organizacional e estratégias ligadas à experiência do colaborador.

O que muda com a nova NR-1

Até então, o foco principal da gestão de riscos ocupacionais estava concentrado em fatores físicos, químicos e ergonômicos. Com a atualização da nova NR-1, riscos psicossociais passam a integrar formalmente a rotina de prevenção das empresas.

Entre os fatores que entram no radar da norma estão:

  • assédio moral e sexual

  • metas abusivas

  • jornadas excessivas

  • pressão psicológica constante

  • ambientes tóxicos

  • ausência de pausas adequadas

  • insegurança psicológica

  • sobrecarga de trabalho

A expectativa é que as empresas adotem processos contínuos de avaliação e prevenção relacionados à saúde emocional dos colaboradores.

Empresas que ainda estão entendendo os impactos da legislação começaram a revisar pontos ligados à adequação da norma, como mostramos em: 5 pontos importantes sobre a NR-1 em 2026.

Como a nova NR-1 muda a gestão de saúde mental nas empresas

A entrada em vigor da nova NR-1 marca uma mudança importante na forma como saúde mental passa a ser tratada dentro das organizações.

O tema deixa de aparecer apenas como iniciativa complementar de bem-estar e passa a integrar oficialmente a gestão de riscos corporativos. Isso aumenta o envolvimento não apenas do RH, mas também de lideranças, áreas jurídicas, segurança do trabalho e gestão executiva.

A mudança acontece em um contexto de crescimento dos afastamentos ligados a transtornos mentais no Brasil, tema que vem ganhando espaço nas discussões sobre cultura organizacional e experiência do colaborador.

As diretrizes do Ministério do Trabalho e Emprego reforçam a necessidade de monitoramento contínuo dos riscos psicossociais nas empresas.

Os impactos da atualização também já começam a aparecer nas discussões sobre RH estratégico, como mostramos no conteúdo sobre os impactos da NR-1 atualizada para o RH em 2026.

O impacto para cultura e experiência do colaborador

Embora a norma tenha caráter regulatório, seus impactos chegam diretamente à experiência das equipes no dia a dia.

Questões como excesso de pressão, falta de escuta, insegurança psicológica e desequilíbrio entre vida pessoal e trabalho costumam estar ligadas à forma como a cultura organizacional funciona na prática.

A nova NR-1 também aumenta a atenção das empresas sobre fatores ligados à experiência, bem-estar e cultura organizacional.

Por isso, empresas começaram a olhar para temas como:

  • flexibilidade

  • qualidade de vida

  • bem-estar

  • benefícios corporativos

  • relações de liderança

  • experiência do colaborador

não apenas como iniciativas de engajamento, mas também como parte da construção de ambientes mais saudáveis e sustentáveis.

Esse movimento também se conecta ao crescimento das discussões sobre prevenção de burnout no trabalho e estratégias mais sustentáveis de gestão de pessoas.

Além disso, estudos sobre alegria no trabalho e bem-estar emocional mostram como ambientes mais saudáveis impactam experiência, engajamento e produtividade.

Como empresas podem se adaptar à nova NR-1

Especialistas apontam que a adequação à nova NR-1 exige uma abordagem multidisciplinar e contínua.

Entre os movimentos que começam a ganhar espaço nas empresas estão:

  • revisão de políticas internas

  • fortalecimento de canais de escuta

  • capacitação de lideranças

  • mapeamento de riscos psicossociais

  • integração entre RH, jurídico e segurança do trabalho

  • revisão de práticas ligadas à jornada e cultura organizacional

A expectativa é que o tema se torne cada vez mais presente nas estratégias de gestão de pessoas ao longo dos próximos meses.

Muitas empresas também começaram a discutir os erros mais comuns nesse processo de adaptação, principalmente em temas ligados à documentação e prevenção, como mostramos em NR-1 na prática: principais erros das empresas.

Ao mesmo tempo, organizações passaram a perceber como saúde mental e experiência influenciam diretamente retenção de talentos e redução de turnover.

Webinar Agenda Aberta | NR-1 está valendo. E agora?

Com a entrada em vigor da nova NR-1, empresas de diferentes setores começaram a discutir como estruturar ações práticas relacionadas à gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

Para aprofundar esse debate, a Biz realiza no dia 09 de junho, às 15h, mais uma edição da Agenda Aberta, webinar online e gratuito promovido em parceria com a Clude Saúde.

O encontro reunirá especialistas para discutir os impactos da atualização da norma e os principais desafios que começam a aparecer nas empresas, especialmente em temas ligados a diagnóstico, prevenção, documentação e construção de planos de ação.

Entre os assuntos que serão abordados:

  1. o que muda na prática com a nova NR-1

  2. como as empresas podem começar a estruturar esse processo

  3. quais áreas precisam participar da implementação

  4. o papel da liderança e da cultura organizacional

  5. como benefícios, escuta e experiência do colaborador também entram nessa discussão

📅 09 de junho de 2026
🕒 15h
💻 Evento online e gratuito

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O ponto onde saúde mental e experiência começam a caminhar juntos

A atualização da nova NR-1 reforça uma transformação que já vinha acontecendo no mercado: saúde emocional deixou de ser uma conversa paralela e passou a ocupar espaço central dentro da experiência de trabalho.

Na Biz, acreditamos que benefícios, flexibilidade e bem-estar fazem parte da construção de ambientes mais sustentáveis para as pessoas e para as empresas.

✅Multibenefícios flexíveis em um único cartão
✅Soluções conectadas à rotina e ao bem-estar dos colaboradores
✅Cartões hiperpersonalizados com a identidade da empresa
✅Gestão centralizada e mais autonomia para o RH
✅Experiências mais alinhadas à realidade das equipes

Se saúde mental agora faz parte da gestão de riscos das empresas, como sua organização está preparando essa transformação na prática?

👉 Fale com um especialista da Biz e descubra como construir uma estratégia de benefícios mais conectada à experiência e ao bem-estar dos colaboradores.

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Três pessoas conversam ao ar livre, cercadas por plantas verdes e uma atmosfera relaxante.

Cultura Organizacional

PDI nas empresas: por que o plano de desenvolvimento individual voltou ao centro das estratégias de retenção

Durante muito tempo, o Plano de Desenvolvimento Individual, o conhecido PDI, foi tratado em muitas empresas como um documento formal de RH. Algo preenchido durante ciclos de avaliação, revisitado poucas vezes ao longo do ano e frequentemente desconectado da rotina real das equipes.

Mas o cenário mudou. Em 2026, desenvolvimento profissional voltou ao centro das discussões sobre retenção, engajamento e experiência do colaborador. E isso fez o PDI nas empresas ganhar um novo peso dentro das estratégias de gestão de pessoas.

A mudança tem relação direta com comportamento. Profissionais passaram a valorizar mais clareza de crescimento, desenvolvimento contínuo e sensação de evolução dentro da empresa, movimento observado em diferentes pesquisas sobre carreira e futuro do trabalho, como os estudos do World Economic Forum.

O tema PDI nas empresas voltou ao centro das estratégias de retenção porque desenvolvimento profissional passou a influenciar diretamente experiência, engajamento e permanência dos colaboradores.

O que é PDI nas empresas e por que ele voltou a ganhar relevância

O PDI é uma ferramenta usada para estruturar o desenvolvimento profissional dos colaboradores a partir de objetivos, competências, metas e planos de evolução.

Na prática, ele ajuda a responder perguntas como:

  • quais habilidades precisam ser desenvolvidas?

  • quais próximos passos fazem sentido para esse profissional?

  • quais competências a empresa espera fortalecer?

  • como liderança e colaborador acompanham essa evolução?

O problema é que, durante muitos anos, o PDI acabou se tornando excessivamente burocrático em parte das empresas.

Hoje, o movimento é justamente o contrário: tornar o desenvolvimento mais contínuo, mais prático e mais conectado à experiência do colaborador.

Empresas que desejam entender como tornar o PDI mais estratégico começaram a revisar modelos excessivamente burocráticos e pouco conectados à realidade das equipes.

Desenvolvimento deixou de ser benefício secundário

Em muitos mercados, salário já não é suficiente para sustentar retenção sozinho. Profissionais querem enxergar perspectiva de crescimento, aprendizado e evolução real dentro das empresas.

Isso ajuda a explicar por que desenvolvimento passou a influenciar diretamente:

  • permanência

  • engajamento

  • percepção de cultura

  • marca empregadora

  • experiência de trabalho

Quando o colaborador não visualiza possibilidades de crescimento, a tendência é aumentar desmotivação e intenção de saída, mesmo em ambientes com boa remuneração.

O PDI ganha força justamente porque cria uma estrutura mais clara para conversas sobre evolução profissional.

O erro mais comum no PDI nas empresas

Muitas empresas ainda tratam o PDI como um documento preenchido durante avaliações sem continuidade prática ao longo do ano.

O resultado costuma ser previsível:

  • metas esquecidas

  • pouca participação da liderança

  • desenvolvimento desconectado da rotina

  • baixa percepção de valor por parte dos colaboradores

Quando isso acontece, o plano perde relevância rapidamente.

Os PDIs que geram impacto costumam funcionar de forma mais dinâmica, com acompanhamento contínuo, revisões frequentes e conexão real com os desafios do trabalho.

Liderança tem papel central no sucesso do PDI

Nenhum plano de desenvolvimento se sustenta apenas pelo RH. O envolvimento das lideranças diretas faz diferença na forma como o colaborador percebe apoio ao crescimento profissional.

Nas empresas onde o PDI nas empresas funciona de forma prática, a liderança participa ativamente do acompanhamento e evolução dos colaboradores.

São os gestores que normalmente conseguem:

  • identificar competências no dia a dia

  • direcionar oportunidades práticas de desenvolvimento

  • dar feedback contínuo

  • acompanhar evolução de forma próxima

Quando o PDI fica restrito ao processo formal de RH, ele tende a perder força. Quando entra na rotina da liderança, passa a fazer parte da cultura.

Como o PDI nas empresas está evoluindo em 2026

Empresas que vêm evoluindo seus programas de desenvolvimento têm buscado modelos menos burocráticos e mais conectados à experiência das equipes.

Algumas práticas começaram a ganhar espaço:

  • PDIs mais objetivos e personalizados

  • metas menores e revisadas com frequência

  • desenvolvimento conectado a desafios reais do trabalho

  • acompanhamento contínuo em vez de revisão anual

  • integração entre desenvolvimento, bem-estar e carreira

  • uso de tecnologia para acompanhamento mais simples

A lógica deixa de ser “preencher um plano” e passa a ser “criar evolução contínua”.

Desenvolvimento também impacta retenção

Um dos pontos mais relevantes dessa discussão é que desenvolvimento profissional influencia diretamente retenção de talentos.

O avanço do PDI nas empresas também acompanha discussões mais amplas sobre retenção e experiência do colaborador.

Profissionais tendem a permanecer mais tempo em empresas onde percebem crescimento, aprendizado e evolução consistente.

Isso não significa apenas promoção de cargo. Muitas vezes, a percepção de desenvolvimento aparece em:

  • novas responsabilidades

  • participação em projetos estratégicos

  • acesso a capacitação

  • proximidade com liderança

  • autonomia crescente

Quando a empresa demonstra investimento real na evolução das pessoas, o vínculo tende a se fortalecer.

Empresas também passaram a perceber os custos invisíveis do turnover quando não conseguem sustentar desenvolvimento e experiência ao longo da jornada dos colaboradores.

O papel da experiência na evolução profissional

Existe uma mudança importante acontecendo na gestão de pessoas: desenvolvimento deixou de ser visto apenas como treinamento e passou a fazer parte da experiência do colaborador.

Isso inclui:

  • flexibilidade

  • reconhecimento

  • autonomia

  • bem-estar

  • acesso a ferramentas e benefícios que apoiam crescimento profissional

O desenvolvimento não acontece isolado da experiência. Ele depende do ambiente que a empresa cria para que as pessoas consigam evoluir de forma sustentável.

Esse movimento também aparece na forma como empresas estão revisando benefícios corporativos em 2026 para apoiar diferentes momentos da jornada profissional.

[FAQ] Perguntas frequentes sobre PDI nas empresas

⭐O que significa PDI?

PDI é a sigla para Plano de Desenvolvimento Individual, ferramenta usada para estruturar objetivos e evolução profissional dos colaboradores.

⭐O PDI é obrigatório nas empresas?

Não existe obrigatoriedade legal, mas muitas organizações utilizam o PDI como parte da estratégia de desenvolvimento e gestão de talentos.

⭐Quem deve construir o PDI?

O ideal é que o plano seja construído em conjunto entre colaborador e liderança, com apoio do RH.

⭐Qual o principal erro no uso do PDI?

Transformar o plano em uma formalidade sem acompanhamento contínuo ou conexão prática com a rotina profissional.

⭐PDI ajuda na retenção de talentos?

Sim. Desenvolvimento profissional está diretamente ligado à percepção de crescimento, engajamento e permanência nas empresas.

O ponto onde desenvolvimento e experiência começam a caminhar juntos

Profissionais permanecem mais tempo em empresas onde conseguem enxergar evolução real. E isso depende não apenas de planos formais, mas da experiência construída ao longo da jornada de trabalho.

Na Biz, acreditamos que desenvolvimento, bem-estar e experiência fazem parte da mesma estratégia de pessoas. Por isso, benefícios corporativos também precisam acompanhar diferentes momentos da jornada profissional dos colaboradores.

  • ✅Multibenefícios flexíveis em um único cartão

  • ✅Benefícios mais alinhados às diferentes fases da carreira

  • ✅Cartões personalizados com a identidade da empresa

  • ✅Gestão centralizada e mais autonomia para o RH

  • ✅Experiências mais conectadas à evolução dos colaboradores

Se o PDI nas empresas influencia retenção, como a sua empresa tem construído experiências que incentivam crescimento no longo prazo?

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Destaque

Biz Experience: os principais aprendizados sobre liderança, IA e cultura

O Biz Experience reuniu lideranças, especialistas e profissionais de RH para discutir um tema que vem ganhando cada vez mais espaço nas empresas: como transformar cultura, desenvolvimento e inclusão em resultados concretos para o negócio.

Em parceria com a ABRH-SP, o Biz Experience | Casos que Transformam trouxe cases premiados que mostraram, na prática, como grandes organizações estão enfrentando desafios de gestão de pessoas com estratégia, inovação e impacto social.

Mais do que apresentações, os cases deixaram aprendizados relevantes para empresas que querem construir culturas mais sustentáveis, humanas e preparadas para o futuro do trabalho.

A mediação do encontro ficou por conta de Patrícia Guedes, que conduziu as conversas conectando os aprendizados dos cases aos desafios reais enfrentados pelas lideranças de RH atualmente.

“O mais interessante quando reunimos diferentes cases é perceber como empresas de contextos completamente distintos estão enfrentando dores parecidas — e encontrando caminhos muito humanos, estratégicos e inovadores para resolver esses desafios”, destacou Guedes.

A importância de documentar os cases de RH

Na abertura do Biz Experience, Lia Aere reforçou a importância de o RH documentar suas iniciativas e registrar os impactos gerados pelas áreas de pessoas.

Segundo ela, muitos projetos transformadores acabam não ganhando visibilidade por falta de estruturação dos cases, mesmo gerando resultados relevantes dentro das organizações.

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O tema reforça como a transformação da experiência do colaborador também depende da capacidade das empresas de registrar, analisar e evoluir suas práticas de gestão de pessoas.

Quando diversidade deixa de ser discurso e vira operação

O case “Mulheres de Fibra”, vencedor da categoria ESG no Biz Experience, mostrou como iniciativas de diversidade ganham força quando deixam de ser projetos isolados e passam a fazer parte da estratégia operacional da empresa.

Criado em 2018, o programa nasceu com o objetivo de inserir mulheres em áreas técnicas historicamente masculinas, como manutenção, instalação e reparos em campo.

Um dos pontos mais interessantes apresentados foi a consistência da construção do projeto ao longo dos anos. Em vez de apostar apenas em campanhas pontuais, o programa estruturou um trabalho contínuo de atração, capacitação e engajamento interno.

Entre as iniciativas apresentadas estavam feiras de recrutamento online, banco de talentos nacional, integração entre áreas e acompanhamento recorrente de indicadores.

Talvez o principal aprendizado desse case seja que inclusão sustentável exige processo, governança e continuidade.

Não basta contratar perfis diversos. É preciso revisar jornadas, comunicação, formação de lideranças e até símbolos culturais para que essas pessoas consigam permanecer e crescer dentro da organização.

Essa discussão também se conecta ao avanço da hiperpersonalização no RH, movimento que vem transformando a forma como empresas constroem experiências mais aderentes aos diferentes perfis de colaboradores.

IA no RH: o ganho não está só na tecnologia

O case “Lumi”, vencedor em Excelência Organizacional no Biz Experience, trouxe uma discussão muito atual sobre o uso de IA generativa em RH.

O projeto nasceu de uma dor operacional clara: o volume excessivo de tickets e dúvidas repetitivas direcionadas ao time de Total Rewards.

Durante a apresentação, foi mostrado que só em 2023 foram mais de mil chamados relacionados a dúvidas operacionais, consumindo centenas de horas da equipe.

O mais interessante da apresentação foi perceber que o diferencial não estava apenas na criação do assistente virtual, mas na forma como o problema foi estruturado.

Antes da tecnologia, houve escuta dos times, entendimento das dores reais e construção colaborativa do produto.

Outro insight importante veio dos aprendizados compartilhados durante o desenvolvimento: entender que implementar IA exige alinhamento entre RH, tecnologia e governança.

O case também reforçou uma provocação relevante para o RH atual: digitalizar processos não significa apenas ganhar eficiência operacional. Significa liberar tempo das equipes para atuação mais estratégica.

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O programa apresentado pela Adecco no Biz Experience trouxe um olhar importante sobre empregabilidade jovem e inclusão produtiva.

Ao longo da apresentação, ficou evidente que o diferencial da iniciativa foi conectar ESG diretamente à geração de oportunidades concretas para grupos historicamente minorizados.

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Os resultados apresentados mostraram mais de 1.100 jovens impactados diretamente e 65% de empregabilidade na última edição do programa.

Talvez o maior aprendizado tenha sido este: inclusão efetiva não acontece apenas abrindo portas. Ela acontece quando empresas criam estruturas para que pessoas tenham condições reais de acessar, permanecer e evoluir profissionalmente.

Cultura não acompanha crescimento sozinha

O case da Bracell no Biz Experience trouxe uma reflexão muito relevante sobre desenvolvimento de liderança em empresas em expansão acelerada.

Uma das frases mais marcantes da apresentação resumiu bem o desafio:

“Quando uma empresa cresce rapidamente, o maior risco não é operacional. É cultural.”

A empresa percebeu que promover bons técnicos para posições de liderança não garantia, automaticamente, líderes preparados para sustentar cultura, segurança psicológica e performance.

A partir disso, nasceu o programa Lidera, estruturado para fortalecer repertório de gestão, amadurecimento de liderança e transferência do aprendizado para o dia a dia do negócio.

Entre os principais insights compartilhados, alguns chamaram bastante atenção:


  • satisfação não é sinônimo de aprendizagem;

  • treinamento sem aplicação prática vira apenas evento;

  • desenvolvimento precisa ser acompanhado no ambiente real de trabalho;

  • líderes diretos precisam atuar como patrocinadores da evolução dos times.

O case mostrou, de forma muito clara, que desenvolver liderança não é apenas oferecer treinamentos. É criar mecanismos consistentes para transformar comportamento, fortalecer cultura e sustentar crescimento organizacional.

A construção de ambientes mais humanos e sustentáveis também aparece em discussões sobre felicidade e bem-estar no trabalho, tema cada vez mais conectado à experiência profissional.

O que o Biz Experience mostrou sobre o futuro do RH

Apesar de abordarem temas diferentes, os cases apresentados no Biz Experience tinham algo em comum: todos mostraram que transformação em RH acontece quando iniciativas deixam de ser isoladas e passam a fazer parte da estratégia do negócio.

Também ficou evidente que os desafios atuais das empresas passam, inevitavelmente, por alguns pontos centrais:

  • liderança preparada para sustentar cultura;

  • uso inteligente da tecnologia;

  • inclusão com impacto real;

  • desenvolvimento conectado ao negócio;

  • construção de ambientes mais humanos e sustentáveis.

O Biz Experience reforçou que o RH vem assumindo um papel cada vez mais estratégico nas organizações — não apenas como área de suporte, mas como agente direto de transformação cultural, inovação e crescimento sustentável.

A discussão também se conecta ao fortalecimento da marca empregadora, já que cultura, desenvolvimento e experiência passaram a influenciar diretamente percepção e retenção de talentos.

O ponto onde estratégia de pessoas encontra experiência real

Os debates do Biz Experience mostraram que transformação em RH acontece quando cultura, desenvolvimento, tecnologia e experiência deixam de caminhar separados.

Em comum, os cases reforçaram uma percepção que vem ganhando espaço nas empresas: pessoas se conectam mais com organizações que conseguem transformar discurso em experiência concreta no dia a dia.

É nesse cenário que benefícios corporativos estratégicos também passam a ocupar um papel mais relevante dentro da jornada do colaborador, ajudando empresas a fortalecer cultura, engajamento e percepção de valor.

A relação entre benefícios, cultura e experiência também aparece no case da Lindt com a Biz, que mostrou como personalização e experiência conseguem fortalecer conexão entre empresa e colaboradores.

Na Biz, acreditamos que benefícios precisam acompanhar a evolução da gestão de pessoas e da experiência no trabalho.

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✅Gestão simples e centralizada para o RH
✅Mais autonomia para empresas construírem experiências alinhadas à própria cultura

Se o RH está assumindo um papel cada vez mais estratégico nas organizações, como a experiência oferecida aos colaboradores acompanha essa transformação?

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Cultura Organizacional

Fim da escala 6x1 reacende debate sobre jornada de trabalho

A proposta sobre o fim da escala 6x1 avançou no Congresso Nacional e voltou ao centro das discussões sobre relações de trabalho, produtividade e qualidade de vida.

O tema ganhou força após aprovação recente na Câmara e agora segue para as próximas etapas legislativas, ampliando o debate entre empresas, especialistas e áreas de Recursos Humanos.

Contexto: por que a discussão voltou ao centro do mercado

A discussão gira em torno de um modelo ainda bastante comum no Brasil, especialmente em setores como varejo, serviços, operação e atendimento, em que o colaborador trabalha seis dias consecutivos para descansar apenas um.

O avanço do debate sobre o fim da escala 6x1 também acontece em um momento em que empresas passaram a discutir saúde emocional, flexibilidade e experiência do colaborador de forma mais estratégica.

Em paralelo, o mercado observa uma transformação importante no comportamento dos profissionais. Temas como qualidade de vida, equilíbrio entre vida pessoal e trabalho e bem-estar deixaram de ser apenas benefícios desejáveis e passaram a influenciar decisões relacionadas à permanência nas empresas.

O que muda com o avanço da proposta

Embora o texto ainda dependa de novas etapas de tramitação, o avanço da discussão sobre o fim da escala 6x1 já mobiliza empresas que acompanham possíveis impactos relacionados à operação, organização de equipes e gestão de pessoas.

O tema ultrapassa a esfera jurídica e passa a tocar diretamente questões ligadas à experiência do colaborador. Jornadas consideradas mais rígidas começaram a ser associadas com aumento de desgaste emocional, dificuldade de retenção e menor percepção de qualidade de vida no trabalho.

Ao mesmo tempo, empresas observam mudanças no comportamento dos profissionais, que passaram a valorizar mais previsibilidade de rotina, equilíbrio entre vida pessoal e trabalho e formatos mais flexíveis de jornada.

As discussões também se conectam ao crescimento das preocupações relacionadas à saúde mental nas empresas e aos impactos do ambiente de trabalho sobre bem-estar e produtividade.

Em muitos casos, a revisão da jornada passou a fazer parte de debates maiores sobre cultura organizacional, sustentabilidade da rotina profissional e construção de ambientes mais saudáveis.

Por que a discussão ganhou força agora

O debate sobre carga horária não é novo, mas ganhou outra dimensão nos últimos anos por causa das transformações no mercado de trabalho e do crescimento das discussões sobre saúde mental e burnout.

Temas que antes apareciam apenas em conversas sobre benefícios passaram a influenciar diretamente decisões estratégicas relacionadas à retenção, engajamento e marca empregadora.

Em muitos setores, especialmente aqueles com operação presencial intensa, a jornada de trabalho se tornou um fator relevante na atração de profissionais. Empresas que oferecem mais flexibilidade ou modelos considerados mais sustentáveis começaram a ganhar vantagem competitiva em alguns mercados.

Esse movimento também acontece em paralelo às discussões sobre direitos ligados à saúde e bem-estar previstos na CLT e à ampliação das conversas sobre qualidade de vida no ambiente profissional.

Além disso, o avanço da tecnologia e dos modelos híbridos fez muitas empresas questionarem práticas tradicionais relacionadas à presença física e à produtividade baseada apenas em horas trabalhadas.

A discussão sobre o fim da escala 6x1 ganhou força justamente porque representa um dos símbolos mais visíveis da relação entre tempo de trabalho, desgaste e experiência profissional.

O impacto para RH e lideranças

Mesmo sem uma mudança definitiva na legislação, o avanço da proposta sobre o fim da escala 6x1 já pressiona áreas de RH e lideranças a revisarem modelos tradicionais de gestão da jornada.

Isso inclui desde discussões sobre produtividade até reflexões sobre cultura organizacional, escalas, bem-estar e sustentabilidade da rotina de trabalho no longo prazo.

Para empresas com operações contínuas, o tema também exige atenção operacional. Qualquer mudança relacionada à jornada impacta planejamento de equipes, custos, estrutura de atendimento e dinâmica interna das áreas.

Ao mesmo tempo, cresce a percepção de que produtividade não depende apenas de horas trabalhadas, mas da qualidade da experiência construída ao longo da jornada profissional.

Empresas também começaram a revisar estratégias ligadas à retenção de talentos e redução de turnover, especialmente em áreas mais impactadas por jornadas rígidas e alta pressão operacional.

Outro ponto importante é que lideranças passaram a enfrentar novos desafios relacionados à gestão emocional das equipes. Em ambientes de alta pressão, o desgaste tende a impactar não apenas produtividade, mas também clima organizacional, engajamento e percepção de pertencimento.

O que empresas começaram a discutir internamente

Mesmo antes de qualquer definição final sobre a proposta, muitas organizações já começaram a revisar práticas ligadas à jornada e qualidade de vida no trabalho.

Em algumas empresas, isso aparece em debates sobre escalas mais flexíveis. Em outras, a discussão passa por políticas de bem-estar, revisão de jornadas presenciais ou formas de reduzir desgaste operacional em equipes que atuam em rotina contínua.

Também cresce a preocupação com retenção em áreas que historicamente enfrentam alta rotatividade. Afinal, modelos de trabalho considerados excessivamente rígidos passaram a impactar diretamente atração e permanência de profissionais.

A discussão sobre o fim da escala 6x1 ajuda a acelerar um movimento que já vinha acontecendo dentro das empresas: o de repensar como produtividade, experiência e sustentabilidade da rotina profissional conseguem coexistir.

Esse cenário também se conecta ao crescimento de práticas ligadas ao desenvolvimento profissional e experiência do colaborador, como mostramos no conteúdo sobre PDI nas empresas e retenção de talentos.

Além disso, muitas organizações passaram a revisar processos internos relacionados aos direitos do trabalhador previstos na CLT e à construção de ambientes mais sustentáveis no longo prazo.

Empresas de diferentes setores também começaram a perceber que qualidade de vida e flexibilidade deixaram de ser apenas diferenciais competitivos e passaram a influenciar diretamente reputação, marca empregadora e capacidade de atrair profissionais qualificados.

O ponto onde jornada e experiência começam a caminhar juntas

A discussão sobre o fim da escala 6x1 reforça uma transformação que já vinha acontecendo no mercado: empresas passaram a olhar para qualidade da experiência de trabalho de forma mais estratégica.

Na Biz, acreditamos que benefícios corporativos, flexibilidade e bem-estar fazem parte da construção de rotinas mais sustentáveis para empresas e colaboradores.

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RH 2026

Nova NR-1 entra em vigor e amplia responsabilidade das empresas sobre saúde mental no trabalho

A nova NR-1 começou a valer nesta terça-feira (26) e amplia oficialmente as obrigações das empresas sobre saúde mental e riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

Na prática, a mudança amplia o escopo do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e exige que organizações passem a identificar, monitorar e prevenir fatores que possam afetar a saúde mental dos colaboradores.

Com a entrada em vigor da nova NR-1, empresas passam a revisar políticas internas, cultura organizacional e estratégias ligadas à experiência do colaborador.

O que muda com a nova NR-1

Até então, o foco principal da gestão de riscos ocupacionais estava concentrado em fatores físicos, químicos e ergonômicos. Com a atualização da nova NR-1, riscos psicossociais passam a integrar formalmente a rotina de prevenção das empresas.

Entre os fatores que entram no radar da norma estão:

  • assédio moral e sexual

  • metas abusivas

  • jornadas excessivas

  • pressão psicológica constante

  • ambientes tóxicos

  • ausência de pausas adequadas

  • insegurança psicológica

  • sobrecarga de trabalho

A expectativa é que as empresas adotem processos contínuos de avaliação e prevenção relacionados à saúde emocional dos colaboradores.

Empresas que ainda estão entendendo os impactos da legislação começaram a revisar pontos ligados à adequação da norma, como mostramos em: 5 pontos importantes sobre a NR-1 em 2026.

Como a nova NR-1 muda a gestão de saúde mental nas empresas

A entrada em vigor da nova NR-1 marca uma mudança importante na forma como saúde mental passa a ser tratada dentro das organizações.

O tema deixa de aparecer apenas como iniciativa complementar de bem-estar e passa a integrar oficialmente a gestão de riscos corporativos. Isso aumenta o envolvimento não apenas do RH, mas também de lideranças, áreas jurídicas, segurança do trabalho e gestão executiva.

A mudança acontece em um contexto de crescimento dos afastamentos ligados a transtornos mentais no Brasil, tema que vem ganhando espaço nas discussões sobre cultura organizacional e experiência do colaborador.

As diretrizes do Ministério do Trabalho e Emprego reforçam a necessidade de monitoramento contínuo dos riscos psicossociais nas empresas.

Os impactos da atualização também já começam a aparecer nas discussões sobre RH estratégico, como mostramos no conteúdo sobre os impactos da NR-1 atualizada para o RH em 2026.

O impacto para cultura e experiência do colaborador

Embora a norma tenha caráter regulatório, seus impactos chegam diretamente à experiência das equipes no dia a dia.

Questões como excesso de pressão, falta de escuta, insegurança psicológica e desequilíbrio entre vida pessoal e trabalho costumam estar ligadas à forma como a cultura organizacional funciona na prática.

A nova NR-1 também aumenta a atenção das empresas sobre fatores ligados à experiência, bem-estar e cultura organizacional.

Por isso, empresas começaram a olhar para temas como:

  • flexibilidade

  • qualidade de vida

  • bem-estar

  • benefícios corporativos

  • relações de liderança

  • experiência do colaborador

não apenas como iniciativas de engajamento, mas também como parte da construção de ambientes mais saudáveis e sustentáveis.

Esse movimento também se conecta ao crescimento das discussões sobre prevenção de burnout no trabalho e estratégias mais sustentáveis de gestão de pessoas.

Além disso, estudos sobre alegria no trabalho e bem-estar emocional mostram como ambientes mais saudáveis impactam experiência, engajamento e produtividade.

Como empresas podem se adaptar à nova NR-1

Especialistas apontam que a adequação à nova NR-1 exige uma abordagem multidisciplinar e contínua.

Entre os movimentos que começam a ganhar espaço nas empresas estão:

  • revisão de políticas internas

  • fortalecimento de canais de escuta

  • capacitação de lideranças

  • mapeamento de riscos psicossociais

  • integração entre RH, jurídico e segurança do trabalho

  • revisão de práticas ligadas à jornada e cultura organizacional

A expectativa é que o tema se torne cada vez mais presente nas estratégias de gestão de pessoas ao longo dos próximos meses.

Muitas empresas também começaram a discutir os erros mais comuns nesse processo de adaptação, principalmente em temas ligados à documentação e prevenção, como mostramos em NR-1 na prática: principais erros das empresas.

Ao mesmo tempo, organizações passaram a perceber como saúde mental e experiência influenciam diretamente retenção de talentos e redução de turnover.

Webinar Agenda Aberta | NR-1 está valendo. E agora?

Com a entrada em vigor da nova NR-1, empresas de diferentes setores começaram a discutir como estruturar ações práticas relacionadas à gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

Para aprofundar esse debate, a Biz realiza no dia 09 de junho, às 15h, mais uma edição da Agenda Aberta, webinar online e gratuito promovido em parceria com a Clude Saúde.

O encontro reunirá especialistas para discutir os impactos da atualização da norma e os principais desafios que começam a aparecer nas empresas, especialmente em temas ligados a diagnóstico, prevenção, documentação e construção de planos de ação.

Entre os assuntos que serão abordados:

  1. o que muda na prática com a nova NR-1

  2. como as empresas podem começar a estruturar esse processo

  3. quais áreas precisam participar da implementação

  4. o papel da liderança e da cultura organizacional

  5. como benefícios, escuta e experiência do colaborador também entram nessa discussão

📅 09 de junho de 2026
🕒 15h
💻 Evento online e gratuito

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O ponto onde saúde mental e experiência começam a caminhar juntos

A atualização da nova NR-1 reforça uma transformação que já vinha acontecendo no mercado: saúde emocional deixou de ser uma conversa paralela e passou a ocupar espaço central dentro da experiência de trabalho.

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Se saúde mental agora faz parte da gestão de riscos das empresas, como sua organização está preparando essa transformação na prática?

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